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24 novembro 2014

Mopho - Excelente Banda de Rock Psicodélico Alagoana



Mopho é uma banda brasileira de rock formada em 1996, na cidade de Maceió, Alagoas. Seus integrantes são: João Paulo (guitarra, violão e voz), Marcelo Feth (bateria), Bruno Vieira (contrabaixo) e Leonardo Luiz (teclado e voz).

O estilo do grupo ronda o Folk Rock Psicodelico e o Rock Clássico, pendendo, às vezes, para o Hard Rock e o Progressivo. Parece que a banda ainda vive um ecletismo musical, não encontrando ainda um estilo a abraçar. Não conheço toda a discografia do grupo, mas confesso que gostei bastante do que já ouvi.

A dica de hoje fica para o primeiro álbum deles, chamado "Mopho", lançado em 2000, que nos dá um sentimento de que o grupo ainda irá bem mais longe; de que eles sabem o que fazem e que, certamente, não ficarão só no primeiro disco. O grupo dá forte impressão de ser coeso, criativo e competente. Claro que amadurecer sempre é necessário, mas isso virá com o tempo.

Chamo a atenção para o rock psicodélico que é fortemente notado nos teclados e a guitarra, que nos lembra bastante o hard rock anos 70; além das letras do grupo que nos traz algumas referências a algumas bandas famosas como "Os Mutantes", "Som Nosso de Cada Dia" e outras. Não deixem de conhecê-los!


Mopho - A Geladeira

             

Mopho - Uma Leitura Mineral Incrível

             

Mopho - Mosca Sobre A Cabeça

             

12 novembro 2014

Trio Galleta - Raridade Argentina dos Anos 70



Trio Galleta era uma banda de soul rock argentina, formada por Carlos Iturbide (guitarra e vocal), Juan Carlos Saporiti (bateria) e Anibal Conte (baixo) que fez grande sucesso mundial com a música "I'm So Happy", chegando até aqui, em nossa cidade, fazendo parte do repertório das bandas locais, inclusive da nossa, o "Grupo Pytomba". Aqui no Brasil a banda chegou a ocupar o primeiro lugar nas paradas por 4 semanas seguidas com este grande sucesso. Como característica própria o grupo desenvolvia um rock vigoroso misturado a um vocal de levada soul, vistos na época como a versão mais roqueira surgida nos pampas argentinos.

Como era 1970, e não só no Brasil era costume cantar em inglês; com o grupo também não foi diferente. Assim começaram a carreira lançando mão do mesmo recurso para vender discos. E logo, logo, se destacaram com um estilo soul rock bem próprio, além da voz rouca do vocalista Iturbide que dava grande personalidade à banda. De modo geral o grupo também fez relativo sucesso cantando na língua pátria versões de bandas como "The Doors", "Creedence", etc, mas sempre prefiri eles cantando em inglês mesmo.

Em 1972 a canção "I Am So Happy" ficou entre as 100 canções mais tocadas, ficando em 37º lugar. Na época o grupo "The Fevers" até fez uma versão desta música ("Sou Feliz"), quando obteve bastante sucesso, ficando algum tempo em primeiro lugar nas paradas.

Mas em 1975, o grupo muda de estilo, aderindo ao hard rock. Isto coincidiu também com a entrada do guitarrista Eduardo Sanz; de Lito Olmos no baixo e de Maria José na bateria. Resolveram também alterar o nome da banda que passou a chamar "Galleta". Particularmente gostava mais da formação anterior.

Os meus agradecimentos ao amigo Hedson La Playa que me trouxe à lembrança este ótimo e raro grupo, o qual fazia parte da nossa juventude nos anos 70. Boas lembranças daqueles tempos!.. O disco-sugestão para o download de hoje é esta raridade em destaque; e a dica do link para baixá-lo poderá ser fornecida por email.

Tracklist:
01- I’ll see you in the corner
02- Running miles
03- I’m lost
04- I can’t believe it
05- My sorrow is ended
06- I see your face in the windows
07- I am so happy
08- Come to me softly
09- Take it
10- Rock in the jail
11- Georgia on my mind
12- going back to Indiana

Trio Galleta - I'm So Happy

             

Trio Galleta - I'm So Happy (tradução)


Estou tão feliz

Dá-me isso, que eu recebo
Dá-me agora, baby, tudo que eu quero
Glória! Gosto de fazer as coisas Sweety
Agora, eu estou bem é como antes

Por favor, venha para casa para meus braços
Guia meus sonhos com o seu amor
Beijando meus lábios tão ternamente
Ensinar-lhe a viver comigo

Estou tão feliz porque "você está na minha cama
Eu não quero beijar seus lábios, um derby jogado
Você realmente precisa de mim eu sei, não esconder seu amor
Dá-me Eu quero-o como dia antes, como antes

Dá-me isso, que eu recebo
Dá-me agora, baby, tudo que eu quero
Glória! Gosto de fazer as coisas Sweety
Agora, eu estou bem é como antes, então

Estou tão feliz porque "você está na minha cama
Eu não quero beijar seus lábios, um derby jogado
Você realmente precisa de mim eu sei, não esconder seu amor
Dá-me Eu quero-o como dia antes, como antes

Dá-me isso, que eu recebo
Dá-me agora, baby, tudo que eu quero
Vindo as coisas do nosso Sweety
Agora, eu estou bem é como antes
Trad: letras.mus.br

Trio Galleta - Come To Me Softly

             

Trio Galleta - Darling Darling

             

11 novembro 2014

Conversão de Arquivos de Audio Menores para Formatos de Maior Qualidade



Por esses dias recebemos um email nos solicitando ajuda para encontrar um programa que converta Mp3 ou CDDA para FLAC. Hoje, complementaremos a matéria anterior, esclarecendo o assunto de forma rápida e bastante elucidativa, pois acreditamos que o tema ainda é uma grande dúvida de boa parcela dos internautas.

Antes de converter qualquer arquivo de áudio você deve compreender que a conversão de arquivos é uma forma de comprimí-los para tamanhos menores, como a própria palavra exprime. Compressão é o procedimento de apertar, diminuir ou encolher esse arquivo, suprimindo dele algumas frequências do áudio original, principalmente os não audíveis para o ouvido humano, para que o arquivo fique menor e ocupe menos espaço no seu HD.

Num exemplo grosseiro, seria como se você, maestro, retirasse de sua orquestra um pouco de violinos; outro tanto de violoncelos; reduzisse pela metade o número de intrumentos de sopro; e mais alguns outros, para que a orquestra se encaixe no orçamento e no espaço onde irá tocar. Certamente o público ouvinte continuará escutando a execução desses instrumentos nas músicas, porém, não temos como fazer essa nova orquestra (menor) executar partituras com a mesma sonoridade e qualidade da anterior, pois falta-lhe membros, espaço e instrumentos. Assim acontece com os arquivos já comprimidos, que nunca mais voltarão a ter mais qualidade do que pode oferecer aquele nível de compressão em que ele se encontra.

Trocando em miúdos essa conversa toda, queremos dizer que é impossível alguém pegar um arquivo Mp3, por exemplo, e convertê-lo para CCDA ou mesmo para FLAC (ou qualquer outro formato de áudio maior), achando que está melhorando sua qualidade. Na realidade, o que aumentou foi só o tamanho do arquivo; o resto continua do mesmo jeito. Portanto, nunca queira melhorar qualidade de áudio convertendo-o para um formato maior, pois assim você somente perderá espaço no seu HD, nada mais.

Se quiser arquivos de qualidade você terá que já encontrá-los num formato não comprimido na internet, ou, pelo menos, com pouca compressão como os formatos CDDA (CD) e FLAC que citou, além de outros como WAV, M4A, APE, AIFF, etc; ou então ripar o vinil ou o CD já no formato desejado, aí sim! E, como me foi perguntado, para isto, sempre usei o excelente programa "Easy CD-DA Extractor" que cria (grava), ripa (extrai) e converte praticamente qualquer formato de arquivo de áudio em outro. Ele é pago, mas deve existir versões crackeadas na internet para baixar. Mas existem outros, não tão completos.

09 novembro 2014

Nuno Mindelis - Excelente Blues Nacional



Nuno Mindelis é um músico luso-brasileiro nascido em Angola. É um dos mais conceituados guitarristas de blues do Brasil. Apaixonou-se pela música desde criança por volta dos cinco anos. Aos nove anos já tocava em instrumentos confeccionados por ele. Durante sua infância ouviu grandes nomes do Blues.

Em 1975, morando no Canadá, formou uma banda de blues, passando a tocar em clubes locais. Um ano depois decidiu unir-se à família vindo também morar no Brasil. Em 1990 lança seu primeiro disco, "Blues & Derivados", que é amplamente elogiado pela crítica. Em 1992 lança seu segundo álbum, "Long Distance Blues", passando a tocar em festivais de blues. Em 1994, veio o reconhecimento internacional pela revista "Guitar Player". Em 1998 a consagração definitiva: Nuno é eleito o melhor guitarrista de blues segundo o concurso mundial de aniversário de 30 anos da revista.

Já bem conhecido, foi convidado para uma entrevista num famoso programa de televisão apresentando duas músicas ao vivo. Se apresentou também no "ViJazz & Blues Festival" realizado em Viçosa - MG, em junho de 2010, acompanhado de contra-baixo, teclado, bateria e um DJ, quando chamou a atenção do público em geral apresentando um show bastante energético e consistente.

Em 2009, foi eleito pelo site "HeavyMetal Brasil" um dos 30 melhores guitarristas do país. Em 2012, foi incluído na lista 70 mestres brasileiros da guitarra e do violão da revista "Rolling Stone Brasil". A capa acima é do disco "Nuno Mindelis - Texas Bound", de 1996, que é a dica de hoje para download.

Nuno Mindelis - Texas Bound

             

Nuno Mindelis - Hey Joe

             

06 novembro 2014

Saiba Mais Sobre os Formatos de Áudio e Suas Principais Diferenças



Por que surgem?


Há uma infinidade de formatos de áudio. No site File Info, um banco de dados sobre extensões de arquivos, você encontrará centenas deles, como pode conferir neste link aqui. Listaremos aqui, de forma crescente, apenas os mais populares.

Essa grande quantidade de formatos de áudio surgem por interesses de empresas, necessidades de usuários, oportunidade, etc. O MP3 é o mais conhecido porque aliou tamanho pequeno com qualidade boa e se espalhou incontrolavelmente com o Napster. A partir daí, ganhou um público fiel. No entanto, isso não quer dizer que ele é o melhor.

A escolha do formato de áudio depende da sua necessidade. Como você viu, formatos que não sacrificam qualidade requer maior espaço em disco (HD), mas, em contrapartida, são os ideais para fins de backup, para quem tem ouvidos exigentes ou busca uma sonoridade mais avançada ou profissional. Já os formatos comprimidos valorizam a conveniência, a compatibilidade com vários tocadores e o armazenamento de uma quantidade muito maior de músicas num menor espaço em disco.

O áudio digital é a realidade de quase todo usuário de computador. Pela popularização imensurável do MP3 na última década, é comum considerarmos a extensão como a representação de um arquivo de áudio. Mas o fato é que o MP3 é apenas uma maneira de criar arquivos de músicas. Hoje, muitas dessas extensões atestam o avanço e a popularidade da digitalização do som, cada um com suas peculiaridades, vantagens e desvantagens.


O formato PCM - A origem de tudo


Para um melhor entendimento será necessário fazermos uma pequena e rápida teorização da parte técnica. Essa é a sigla para Pulse Code Modulation (Modulação por Código de Pulsos), e esta é a tecnologia mais antiga de digitalização sonora. A história do PCM começa na década de 30, como uma maneira de representar sinais analógicos de maneira digital, ou seja, com suas ondas representadas em intervalos regulares.




Da mesma maneira que um vídeo é de fato uma sequência de imagens fixas, a amplitude, ou seja, a extensão de uma onda sonora digitalizada não é constante. A digitalização sonora envolve basicamente dois parâmetros: taxa de amostra (sample rate) e profundidade de bit (bit depth). O primeiro indica a quantidade de vezes em que a amplitude de uma onda é medida, enquanto o segundo indica o número de bits em cada amostragem. A variação desses parâmetros indica a fidelidade do áudio à gravação.

Esse formato originou as diferentes maneiras de digitalização de áudio. A Sony e a Philips, na década de 70, desenvolveram a tecnologia e criaram o CD, que tem 44100 amostras por segundo (44.1 KHz) e amplitude de 16 bits. Já o PCM com 8 KHz de amostragem e 8 bits de resolução é utilizado no sistema telefônico.


Formatos não comprimidos e comprimidos


Formatos digitais de áudio se dividem basicamente em dois grupos: não comprimidos e comprimidos. Os primeiros garantem qualidade máxima, pois não modificam nenhum bit do original. Em contrapartida, exigem mais espaço. Um CD de áudio utiliza o formato CDDA (Compact Disc Digital Audio) e suporta 80 minutos de música, por exemplo. WAV e AIFF são exemplos de não comprimidos.

Já os formatos comprimidos,como o nome sugere, comprimem dados com o intuito de diminuir o tamanho deles. Formatos como APE, FLAC e M4A são conhecidos como lossless e capazes de comprimir áudio sem perder qualidade.

Outros formatos comprimem ainda mais os arquivos, ganhando muito espaço. No entanto, eles já utilizam o princípio de abrir mão da qualidade absoluta para ganhar mais espaço e comodidade. Uma maneira de conseguir isso é remover faixas de áudio teoricamente imperceptíveis pelo ouvido humano. Há perda de qualidade, mas muitas vezes ela é realmente imperceptível. Por isso, formatos comprimidos são mais populares para o usuário comum. Um exemplo é o MP3. Já os formatos WAV e AIFF são grandes e de qualidade. São dois bons exemplos de formatos não comprimidos.

Formato WAV


WAV é a sigla para Waveform Audio File Format, e foi desenvolvido pela Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs. É baseado em PCM e não “sacrifica” dados, portanto exige bastante espaço. Em média, ocupa até 10 MB por minuto. É compatível com praticamente qualquer tocador atual. Pela qualidade máxima, é indicado para edições, mixagens e trabalhos profissionais. Como limitação, arquivos nesse formato não podem ter mais que 4 GB. As extensões comuns são WAV e WAVE.

Formato AIFF


Já o AIFF é a sigla para Audio Interchangeable File Format, e pode-se dizer que é para a Apple (que o desenvolveu baseada em uma tecnologia da Electronic Arts) o que WAV é para a Microsoft. Também baseado em PCM, é um formato não comprimido, portanto de qualidade, mas que demanda espaço. A extensão comum é AIFF ou AIF, mas a lista de tocadores compatíveis é um pouco menor que o formato WAV.


Compressão sem perder qualidade


Há formatos que conseguem comprimir dados sem sacrificar qualidade, caso do M4A, APE e FLAC. Eles são conhecidos como lossless ou sem perda, em tradução livre. Esses formatos são como uma ponte entre qualidade e comodismo, pois são capazes de manter a qualidade original e inalterada em menos espaço do que WAV ou AIFF.

Formato FLAC


É a sigla para Free Lossless Audio Codec, criado em 2003. Como afirmam os desenvolvedores, é como se fosse um ZIP, porém feito especificamente para áudio e com a vantagem de poder ser executado em vários players. Ele também é baseado em PCM, e os dados têm uma espécie de assinatura que permitem a conferência da integridade do arquivo.

Uma vantagem do formato é o cue sheet, ou seja, um arquivo com todas as referências para a divisão de faixas de um álbum. Por exemplo, é possível ripar um CD em um único arquivo, e utilizar o cue sheet para dividir as faixas. O player ou gravador, neste caso, precisa ser compatível com a extensão CUE.

A velocidade de codificação nesse formato é rápida e exige menos processamento em comparação com outros codecs. Ele é não proprietário e pode ser usado livremente. A popularidade do formato cresce com o aumento da velocidade da conexão com a internet. Arquivos FLAC ultrapassam a marca dos 1000 kbps, atestando a qualidade de áudio.

A Extensão APE 


Esta é a extensão do Monkey Lossless Audio File, outra maneira de comprimir áudio sem perder qualidade, que também se descreve como um ZIP para músicas. Tem código aberto disponível, e conta com sistema de detecção de erros e sistema próprio de tags.

Em comparação com FLAC, apresenta melhores índices de compressão, porém requer mais recursos de processamento, de acordo com resultados de benchmarks.

Formato ALAC


Sigla para o formato Apple Lossless Encoder. O MP4 é um tipo de extensão que utiliza esse formato, juntando áudio e vídeo em um container. M4A é uma extensão com as faixas de áudio de filmes com codec MPEG-4.

FLAC, APE e ALAC em média digitalizam áudio com a metade do tamanho do arquivo original, podendo variar entre 40% e 60%. Esses formatos são bons para edição e para usuários que prezam pela qualidade máxima. Uma opção para um backup de sua coleção de CDs, por exemplo. Imagine que você fez toda sua coleção em MP3, e aí percebe que surgiu uma tecnologia melhor? Ao fazer o backup com uma tecnologia sem perda, as cópias permanecem fiéis aos originais independentemente dos avanços. Mas, vale lembrar que esses formatos não são tão comprimidos quanto os que você vai conferir agora.


A conveniência da compressão


Há formatos de áudio que abrem mão da qualidade — até certo ponto — para ocupar menos espaço. São úteis para quem sofre com espaço ou quer carregar mais arquivos em um player, por exemplo. Eles são mais comuns porque, para o usuário em geral, a perda de qualidade não é algo notório.

Formato MP3


Sem dúvidas, o MP3 é o formato mais popular, compatível com tudo o que é software e player de mídia. Criado na Alemanha, o formato utiliza a codificação perceptual, ou seja, codifica somente as frequências sonoras captadas pelo ouvido humano.

O MP3 popularizou o compartilhamento de músicas. A razão do sucesso do MP3 é o fato de conseguir equilibrar bons índices de compressão e qualidade. Há, sim, a perda de qualidade se comparado com o original, mas em níveis praticamente imperceptíveis para a maioria dos usuários. O MP3 chega a criar arquivos com 10% do tamanho de arquivos PCM.

Hoje em dia o MP3 chega ao máximo de 320 kbps. Entre 192 kbps e 320 kbps, a qualidade torna-se quase imperceptível para ouvidos normais. Entre 128 kbps e 192 kbps, ouvidos normais já constatam alguma perda de qualidade quando direcionados a comparar arquivos, mas isso depende muito de quem ouve.

Formato OGG Vorbis 


A  extensão OGG é um formato não proprietário e até mesmo com melhores taxas de compressão que o MP3. Porém, a explosão do MP3 faz com que o suporte e a divulgação para OGG encontre muitas dificuldades. Além disso, o fato de ser código aberto dificulta a padronização do formato.

Os desenvolvedores afirmam que o formato foi desenvolvido para “substituir completamente todos os formatos patenteados e proprietários”. O MP3 é uma extensão proprietária, e esse é o atrativo que o OGG tenta chamar em artistas e gravadoras. De uns tempos para cá, o OGG vem sendo consideravelmente utilizado em jogos.

Formato AAC


Sigla para Advanced Audio Coding (Codificação Avançada de Áudio, em tradução livre) é considerado o mais forte concorrente do MP3. O formato é baseado no padrão MPEG-4 e foi popularizado pela Apple, que aderiu ao formato no iPod e no iTunes, até mesmo vendendo os arquivos de áudio da loja nesse formato, em detrimento ao MP3.

Testes mostram que o formato AAC têm mais flexibilidade do que o MP3, como consequência, maior qualidade de compressão. De maneira geral, o formato AAC tem melhor qualidade em taxas de bit menores (128 kbps, por exemplo).

O AAC não é um formato proprietário, apesar do que aparenta. A confusão se dá pela adoção da Apple, mas não se confirma. O AAC é suportado por dispositivos da Sony, PSP, Nintendo DSi, Xbox 360, Zune, iPod, iPhone, Windows Mobile. Em termos de software, Media Player Classic, BSPlayer, Foobar, AIMP e Winamp são alguns compatíveis.

Formato WMA


Formato da Microsoft, ele tem habilidades de cópias com proteção de conteúdo, em resposta aos problemas de distribuição que polemizam o MP3. É uma tecnologia proprietária com quatro codecs distintos: WMA como competidor do MP3; WMA Pro, mais moderno e com suporte para áudio de alta definição; WMA Lossless, que comprime sem perda de qualidade; e WMA Voice, destinado a conteúdos de voz com codificação em baixas taxas de bit.

O WMA surgiu com a promessa de criar arquivos equivalentes a MP3 com metade do tamanho, porém não vingou. No entanto, em taxas baixas, de 128 kbps, a qualidade dos dois é comparável.
Texto: site Tecmundo
Complementação: Renê

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